Findo o prazo dado pela Comissão Nacional de Eleições, AInfraestruturas de Portugal não repôs a estrutura de cartaz que ilegalmente retirou, ignorando a ordem dada pela Comissão Nacional de Eleições.A atitude da empresa pública é de clara desobediência a ordem legítima de autoridade, para a qual ponderamos apresentar a devida queixa.

Para além de termos dado conta do sucedido à GNR no local, será entregue intimação para proteção de direitos fundamentais e ação de responsabilidade civil no Tribunal administrativo.

Pela gravidade e patente ilegalidade das ações dos responsáveis da IP, esperamos que seja exercida responsabilidade individual sobre essas pessoas, pois não deverá ser o contribuinte a pagar por esta atitude lamentável.

Qualquer indemnização que nos seja atribuída no âmbito da referida ação será integralmente dedicada a cartazes a promover a liberdade de expressão nas vias sob a tutela da IP.