
Grândola para Viver
Apresentação
A IL apresenta às eleições autárquicas uma lista para a Câmara Municipal encabeçada pelo Eng-º Aurélio Rocha, à Assembleia Municipal encabeçada pelo Engº João Dias, à junta de freguesia de Grândola encabeçada pelo Eng.º Tiago Espiga e à Freguesia do Carvalhal encabeçada por Francisco Silva e propõe uma intervenção segundo 3 vetores principais:
1 – Habitação, problema critico do concelho com aumento enorme da procura nos últimos anos que se reflete num aumento de preços para aquisição e arrendamento. Para equilibrar a procura a IL propõe o alargamento dos perímetros urbanos, pelo menos, para o nível de 2012 com a realização de planos de pormenor que permitam a integração destas novas áreas nas zonas urbanas já existentes. A IL prevê, ainda, a simplificação dos processos administrativos com o objetivo que a CMG possa dar resposta a todos os requerimentos em menos de uma semana.
2 – Precaver problemas críticos. Preparar investimentos em infraestruturas de armazenamento de águas pluviais para aumentar a resiliência dum sistema que depende unicamente de furos subterrâneos, prever áreas de alargamento para vias que vão ter aumento de transito e planear espaços para um novo polo escolar, um novo lar municipal e um centro para prestadores de saúde. A IL prevê a concentração de serviços camarários em menos locais para aumentar a eficiência destes e precaver o desequilíbrio orçamental que pode ocorrer com a previsível redução das receitas de IMT.
3 – Melhorar a qualidade de vida, criando bolsas de estacionamento em bairros congestionados, melhorar os acessos e estacionamentos às praias, permitindo que os munícipes possam usufruir destas de forma gratuita, construir uma loja do cidadão no edifício da antiga coop, fazer um parque urbano com dimensão para servir a vila, novos percursos pedonais a ligar as aldeias, um centro comercial social no Carvalhal e uma gare intermodal junto à estação de caminho de ferro para aumentar a oferta disponível de transportes. A IL quer proteger os grandolenses dos impactos negativos dos megaprojetos PIN e devolver a voz aos cidadãos em projetos concretos com auscultação pública para todos os projetos municipais acima de 100mil euros e referendos locais em matérias sensíveis.









