Como o Estado cria desigualdades

1/ Diferenças no acesso à Educação: o Estado Português insiste num modelo educativo sem liberdade de escolha em que os alunos são obrigados a frequentar a escola pública da sua zona de residência. Tal cria guetos de escolas para pobres (escolas públicas em zonas residenciais mais pobres) e escolas para ricos (escolas privadas ou escolas públicas em zonas residenciais mais caras).

2/ Elevados impostos sobre o rendimento: uma das principais formas de subir no elevador social é através dos rendimentos de trabalho. Porém, com uma taxa progressiva agressiva, o Estado impede que alguém consiga pelo seu trabalho acumular riqueza. Um trabalhador oriundo da classe média, mesmo que consiga um salário bruto elevado, terá grandes dificuldades em sair da classe social onde nasceu.

3/ Burocracia para empreendedores: ao introduzir regulações e excessos de burocracia para novos negócios, o estado está a impedir que pessoas com boas ideias de negócios, mas poucos recursos, possam iniciar a sua empresa e concorrer com as grandes empresas estabelecidas.

4/ Benefícios para empresas de amigos: ao favorecer empresas estabelecidas de pessoas próximas do poder político, o Estado está a alimentar ainda mais as desigualdades dentro da sociedade.

5/ Privilégios para políticos e elite do funcionalismo público: ao tratar de forma diferente políticos e elite do funcionalismo público da restante população (nomeadamente no acesso à reforma e a cuidados de saúde), o Estado cava ainda mais o fosso da desigualdade.

O partido Iniciativa Liberal defende uma sociedade meritocrática com liberdade de escolha na Educação, baixos impostos sobre o rendimento e aberta aos pequenos empreendedores. Só assim o Estado deixará de ser gerador de desigualdade.